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Entenda o momento atual do mercado das franquias de consultoria no Brasil

mercado das franquias de consultoria no Brasil

A possibilidade de terceirizar áreas estratégicas das empresas tem resultado em parcerias cada vez mais constantes entre negócios que buscam serviços especializados e empresas de consultoria. Essas transações comerciais resultam em melhor performance e otimização de custos para as empresas e novos negócios para consultores. A GoNext Governança & Sucessão apresenta a você o atual momento do mercado das franquias de consultoria no Brasil, mostrando o porquê dessa recente ascensão.

 

O capital intelectual é uma das principais moedas de valor no mercado. Assim, a ascensão de empresas de consultoria e a consolidação destas tornou possível um aumento exponencial nas vantagens das franquias de consultorias.

 

A capacidade de investir em contratação de equipes altamente especializadas não é uma realidade generalizada no mercado. Diante dos desafios econômicos atuais, montar uma equipe própria de especialistas se torna oneroso e vai de encontro com a atual necessidade de operar de forma mais enxuta para decisões mais ágeis.

 

Cenário atual: estabilidade em meio ao caos

Quem busca investir em uma franquia e ainda não se decidiu quanto ao modelo de negócio, é fundamental conhecer o perfil de mercado das consultorias no Brasil.

 

A última pesquisa do Laboratório da Consultoria, desenvolvida e divulgada pela Método Estratégia, mostra o otimismo quanto à recepção da área de consultoria no mercado. A maior parte das empresas do setor espera crescer ou pelo menos manter a estabilidade no faturamento nos próximos anos. Apenas 14,2% dos entrevistados disseram esperar uma queda nos resultados.

 

O sentimento otimista dos outros 85,8% negócios de consultoria mostra um desempenho muito acima da média na expectativa de novos negócios.

 

E como dissemos acima, o capital intelectual de alto padrão torna o mercado de franquias de consultoria altamente atrativo. Neste cenário de alta exigência na maturidade organizacional, que essencialmente já custa a sobrevida de negócios no Brasil, o investimento em consultorias tem concentrado parte das estratégias emergenciais das empresas que conseguiram sobreviver ao ano de 2020.

 

Segundo o Ministério da Economia, mais de 1 milhão de empresas foram fechadas em 2020. O olhar mais cuidadoso para as estruturas organizacionais como vantagem competitiva no mercado tornou-se mais necessário. Por isso, o mercado de consultorias se desenvolve em cenários instáveis, pois leva às empresas um serviço especializado e que tende a ser ainda mais atrativo com a possibilidade de mensurar resultados a curto prazo.

 

Medindo especialização e rentabilidade

Tornar-se um franqueado de consultorias empresariais é, portanto, contar com o suporte de um time especializado na área de consultoria. Como o negócio é focado em capital intelectual, a expertise da franquia escolhida e seu respaldo no mercado é essencial.

 

O papel do franqueado é analisar quais áreas demandam mais investimento com respostas concretas no curto, médio e longo prazo. Depois de encontrar esta área, o franqueado fica a cargo de vender a consultoria, conhecendo a fundo os processos e etapas do serviço e nutrindo um bom relacionamento com os clientes.

 

É fundamental conseguir perceber o valor da marca da franqueadora, pois se o objetivo é aproveitar a oportunidade de capitalizar serviços especializados, o respaldo da marca no mercado será fator decisivo no seu sucesso.

 

Com uma marca já reconhecida no mercado, o valor da reputação da franqueadora terá impacto de redução nos seus investimentos futuros em marketing.

 

Essa economia nos direciona a outro ponto central de se empreender com franquias: a busca pela rentabilidade.

 

Franquias de consultoria são uma excelente opção para quem deseja iniciar um empreendimento, mas não conta com grande capital para o investimento inicial. Além disso, a capacidade de retorno de investimento gira em torno dos 18 meses.

 

Como uma franquia de consultoria auxilia franqueados a fazer mais negócios?

Nas dinâmicas de contratos com franqueadoras de consultorias, o mais comum é a empresa oferecer a metodologia do serviço especializado e o franqueado cuidar da prospecção e relacionamento com potenciais clientes.

 

O franqueador oferece treinamentos completos para transferir toda a experiência para a prospecção.

 

Associar-se a uma marca sólida e posicionar-se como um contato comercial de alto valor é uma grande oportunidade de ter um portfólio rápido de negócios realizados.

 

No caso da franquia da GoNext Governança & Sucessão, os benefícios da parceria são:

 

  • Direito de uso de marca
  • Transferência de know-how e estruturação de processos
  • Treinamentos iniciais presenciais e/ou online e reciclagem
  • Auxílio contínuo na operação da franquia
  • Avaliação de desempenho
  • Software de gestão
  • Materiais de marketing e suporte nas estratégias de divulgação

 

O que as empresas buscam em uma consultoria?

E as empresas estão cada vez mais atentas às consultorias que podem fazer diferença real na longevidade de seus negócios.

 

Uma franquia de consultoria externa dá às empresas fatores relevantes para o momento que enfrentamos no mercado: visão imparcial e independente do negócio, análise externa especializada, neutralidade, experiências múltiplas para criar soluções mais maduras e a correlação com empresas que já têm uma boa percepção de marca.

 

As consultorias brasileiras apresentam valor mundial pela proficiência que entregam. Para o franqueado, este é o momento de conseguir estreitar laços com empresários e empresárias de seu network. Este é o momento de se posicionar como um parceiro estratégico para resultados ágeis.

 

Por isso, considerar a área da consultoria também é relevante. O que as empresas estão realmente precisando no momento? Quais investimentos colocarão essas empresas no mesmo patamar dos principais players de seus mercados a nível mundial?

 

A área de governança corporativa e sucessão para empresas familiares está entre os principais investimentos a serem priorizados. Para que você tenha uma noção prática de como operam as franquias nesta área, confira como a GoNext Governança & Sucessão oferece o seu modelo de negócios:

 

  • Faturamento médio anual: R$161.850,00
  • Prazo de Retorno: 18 meses
  • Royalties: R$500,00/mês
  • Taxa de Marketing: 4%

 

Agora é com você. Conheça o potencial da área de Governança Corporativa e Sucessão e defina sua estratégia de alavancar negócios com rentabilidade.

 

 

GoNext Presidentes de Conselhos recebe cientista de dados para debater a (R)Evolução da Tecnologia no ambiente de negócios

GoNext Presidentes de Conselhos Tecnologia no ambiente de negócios

A GoNext realizou mais um fórum exclusivo do GoNext Presidentes de Conselhos no dia 25 de março. No evento online, foram apresentados os mecanismos de organizações orientadas por dados e que, assim, conquistam crescimento exponencial. Confira neste artigo os debates levantados tendo como tema central a (R)Evolução da Tecnologia e seu Impacto Inevitável nos Negócios.

À frente do tema, recebemos o cientista de dados Claudio Pinheiro, Head Data & AI da GFT Group, ex-Sênior Data Scientist IBM, TEDx Speaker, Professor MBA, ESPM e FIA.

 

“No mundo, temos cada vez mais novas empresas surgindo. São startups, fintechs e outros tipos de contextos. No Brasil, temos mais de 12 mil startups registradas. E temos também o que chamamos de unicórnios, empresas fora do comum e que valem mais de 1 bilhão de dólares. São empresas dos mais variados setores. Surge aqui o contexto de organizações exponenciais. E o que está fazendo essas empresas crescerem é a inteligência de dados”, iniciou o debate.

 

Claudio Pinheiro explicou como a coleta e a análise de dados potencializam organizações em seu arsenal de estratégias competitivas. O professor apresentou os resultados de uma pesquisa da consultoria Gartner, que mostra que 90% das organizações entenderão os dados como ativo corporativo crítico e análises de dados como competência essencial até 2022.

 

Moldando o futuro a partir dos clientes

Os clientes têm hoje um alto poder em mãos a partir das tecnologias. Esse poder resultou em uma mudança cultural que descreve de forma precisa o nosso tempo: o imediatismo como hábito.

 

“As informações do seu negócio são extremamente valiosas. Elas refletem o mercado no qual o seu negócio está inserido e elas podem impactar no futuro do seu negócio na relação com os clientes. O desafio é começar a dirigir o seu negócio compreendendo como usar essas informações e se alfabetizar no universo dos dados”, orientou Claudio.

 

Percebe-se, neste cenário, que os apps, os bancos digitais e o novo poder de escolha dos clientes têm desafiado empresas a acompanhar todas essas movimentações com a agilidade necessária para não perder espaço no mercado.

 

“No contexto empresarial, essa conexão muda tudo. 1 minuto e meio é o intervalo de resposta que um cliente está disposto a esperar na relação com uma marca. O ideal é o imediato, é a personalização do atendimento e a antecipação das necessidades do cliente. Se você tem 10 mil clientes, como conseguir alcançar esses pontos? Por meio da tecnologia”, apresentou ao introduzir o conceito de experiência do usuário e o potencial da Inteligência Artificial.

 

Apresentando o caso dos bancos digitais, alguns comportamentos dos usuários dão o norte das respostas tecnológicas que hoje são imprescindíveis aos negócios. São elas:

  • Antecipar e atender necessidades reais com personalização
  • Tornar as interações com o cliente as mais convenientes e fáceis quanto possível
  • Estar onde o cliente está, em tempo real
  • Lembrar de todas as interações prévias para o cliente se sentir ouvido e compreendido

Inteligência Artificial nas decisões de negócio

“Vocês sabiam que já existem tecnologias capazes de, a partir de dados dos históricos médicos e equipamentos que coletam dados em tempo real, expandir a expectativa de vida de um ser humano em até 25%?”, questionou Pinheiro, explicando o quanto o alto volume de dados é capaz de reconfigurar nossa noção atual de futuro.

 

A questão é: se os dados estão por toda a parte, como dar conta de forma estratégica desse volume?

 

“A Netflix e a Amazon são dois exemplos de como os algoritmos de Inteligência Artificial conseguem mostrar exatamente o que você quer daquelas plataformas. No caso da Amazon, o algoritmo que mostra na página os outros itens que as pessoas que já compraram o mesmo produto também buscam na plataforma, foi responsável por um aumento de 40% nas vendas”, disse.

 

Por isso, o maior poder nas mãos do consumidor gera uma necessidade ágil de ter a Inteligência Artificial a favor das decisões de negócio.

 

“O foco real da transformação digital é descobrir como transformar a performance da sua empresa no dia a dia. A tecnologia não é o fim, é o meio dessa transformação. O fim é o foco total no consumidor, é ser mais ágil em qualquer segmento. E esse movimento é o que vai te deixar cada vez mais preparado para as mudanças”, orientou o especialista, que apresentou a informação de que 52% das maiores empresas do mundo que fecharam ou foram compradas nos últimos anos foi justamente em decorrência da incapacidade de se posicionar diante das transformações de mercado.

 

Decisões de negócio sem o suporte de uma Inteligência Artificial tendem a ser guiadas por intuição. Resultado disso é verificar que 50% dessas decisões não vão alcançar os resultados desejados. Em um negócio, 50% de decisões imprecisas pode significar o fim da empresa.

 

“A capacidade de adaptação da tecnologia é exponencial. Produtividade, agilidade, oportunidade e decisões ágeis são os novos direcionadores de negócios. E é importante compreender que estamos cada vez mais perto de não haver mais fronteiras. Alguém de outro estado vai concorrer contigo muito facilmente, alguém de outro país, empresas podem se juntar virtualmente para ganhar força de mercado”, apresentou.

 

Diversos cases de utilização de Inteligência Artificial (IA) foram apresentados aos presidentes de conselhos ouvintes, como o serviço de personalização de experiência da Volkswagen e a BIA, inteligência artificial para clientes e funcionários do Bradesco. O Grupo Boticário, por exemplo, também está usando IA para criar fragrâncias com dados de preferências de seus clientes.

 

Claudio Pinheiro apresentou os diferentes modelos de poder analítico no atual contexto do mercado.

 

“Investir em ciência de dados e algoritmos de machine learning já mostra um retorno de investimento de 459%. A tecnologia está avançando, existem muitos recursos e contextos. Por onde começar? Utilize a tecnologia para entender e interagir com o seu cliente. A pandemia já mostrou bem o efeito disso em diversos segmentos”, finalizou.

 

GoNext Presidentes de Conselhos

Presidentes de Conselhos compartilharam suas experiências e desafios na conexão de diferentes áreas de negócio com a inteligência artificial e, principalmente, como desenvolver uma cultura organizacional que coloque tecnologia e inteligência de dados a favor de seus clientes.

 

Você também pode ter a oportunidade de fazer parte deste grupo exclusivo, altamente qualificado, que busca e compartilha soluções para desafios comuns a todos os Presidentes de Conselhos.

 

A inexplorada mina de ouro do mercado de empresas familiares

O relatório Risco Governança Corporativa e Compliance, publicado pela Fortune Business Insights, mostra que as atividades ligadas à governança corporativa movimentam hoje cerca de US $21,72 bilhões no mundo e devem aumentar para US $57,57 bilhões até 2026.

No Brasil, empresas familiares são as que mais movimentam o PIB (mais de 65%, segundo o IBGE). Elas representam também a fatia de mercado que mais cresce em investimento em governança, com 85% dessas empresas considerando governança e sucessão como prioridades estratégicas.

O mercado para consultoria e implantação de projetos de governança e sucessão é amplo e, neste cenário, a demanda por metodologias eficazes e comprovadamente sólidas se torna cada vez maior.

Para entender o potencial de se rentabilizar projetos e consultorias de governança e sucessão, apresentamos a seguir 4 motivos que corroboram com o avanço desse negócio.

  1. Importância da Governança Corporativa 

Os ciclos geracionais e as relações familiares no ambiente corporativo criam desafios específicos para as empresas familiares. A Governança Corporativa se apresenta, nessa dinâmica, como um processo capaz de equilibrar os interesses familiares, societários e administrativos e trazer vantagens competitivas para os negócios a longo prazo.

Ao rentabilizar projetos de Governança Corporativa, você poderá constituir a base sólida da longevidade dessas empresas, agregando instrumentos e indicadores que permitem o fortalecimento do negócio e a mensuração efetiva dos resultados conquistados.

Um projeto estratégico de governança define papéis e responsabilidades em relação ao negócio nos âmbitos familiares, de gestão e societários.

De forma ampla, a governança corporativa é o conjunto de regras, normas e princípios que direciona as relações societárias e a administração de uma empresa a uma experiência de gestão organizada e equilibrada.

  1. Governança Corporativa não é uma tendência passageira

Diante do grande volume de termos do universo corporativo que ganham visibilidade e alto potencial de adesão na sociedade, muitos empresários ficam inseguros em adentrar em “modas passageiras”. Não é o caso da Governança Corporativa.

Ter um processo de governança é imprescindível para empresas familiares. Em momentos de instabilidade econômica e crises mercadológicas, por exemplo, nada pode ser mais saudável para um negócio do que ter sócios, gestão e familiares em sintonia e alinhados em prol das melhores decisões de negócio.

Portanto, a governança é um instrumento de profissionalização da empresa familiar com foco no crescimento sustentável da empresa.

  1. Quando as empresas familiares mais demandam projetos de governança?

Qualquer negócio enfrenta conflitos internos. Nas empresas familiares, esses conflitos podem ser detectados e administrados com bastante eficácia por meio de boas práticas de governança e sucessão.

A sucessão, inclusive, precisa ganhar ainda mais protagonismo na estratégia de negócio.

Por isso, no mercado, quando as novas gerações começam a chegar na empresa familiar, começam também os questionamentos e os choques nas tomadas de decisão.

Em sua maioria, é neste momento em que as empresas começam a pensar em

procurar consultorias e projetos profissionais em governança corporativa.

  1. Sintomas da necessidade de governança corporativa

Muitos indícios podem apontar fragilidades organizacionais que são facilmente superadas com um projeto de governança completo.

Confira abaixo os principais sintomas apresentados por uma empresa familiar que precisa, com urgência, organizar, estruturar e estabelecer suas diretrizes de governança:

  • Sintomas de performance: perda de participação no mercado, lucratividade e rentabilidade;
  • Sintomas de conflitos societários: novas gerações vêm acompanhadas de mudanças, e, neste cenário, os conflitos societários são muito comuns, principalmente em empresas com mais de um sócio (cada um com sua família também pleiteando cargos na empresa);
  • Sintomas familiares: conflitos de quantidade de cargos e na identificação do potencial e do perfil de cada sucessor ou sócio.

Por que investir em uma franquia GoNext?

Se você conhece empresários familiares e estuda as movimentações de mercado, sabe o quanto os sintomas acima estão presentes nos negócios brasileiros.

A GoNext tem uma grande experiência quando o assunto é governança corporativa e sucessão para empresas familiares. Com metodologia exclusiva, a GoNext agora vai compartilhar com os franqueados toda essa experiência adquirida ao longo de anos.

Com mais de 180 projetos de governança corporativa já realizados no Brasil e nos Estados Unidos, a GoNext oferece suporte completo ao franqueado para que ele possa empreender neste mercado a partir de uma marca já consolidada.

Confira os benefícios de se tornar parceiro:

  • Direito de uso de marca
  • Transferência
  • Treinamentos iniciais presenciais e/ou online e reciclagem
  • Auxílio contínuo na operação da franquia
  • Avaliação de desempenho
  • Software de gestão
  • Materiais de marketing e suporte nas estratégias de divulgação

Faça parte deste seleto segmento de atuação, agregue novos serviços aos seus clientes e conte com uma empresa de consultoria que é referência no mercado.

 

 

Máxima governança nas relações com os clientes é tema do GoNext CEO

relações com os clientes

A Gestão do Relacionamento com o Cliente, comumente conhecida como CRM (Customer Relationship Management) no mercado, é muito mais que uma ferramenta tecnológica, ela deve ser estudada e implementada como cultura, trazendo o cliente para o centro dos esforços de gestão. Nesta quinta-feira (18/03), a GoNext realizou mais um fórum exclusivo, o GoNext CEO sobre a Nova Relação e as Conexões Digitais com o Cliente.⠀

Para apresentar o tema aos CEOs que integram o Fórum, receberemos Augusto Rocha, investidor e membro do Board da Share (ecossistema em comunicação), vice-presidente de Vendas e Marketing na Pmweb.⠀

 

“Vocês sabem quem são os clientes de vocês?”, foi a provocação inicial do debate. “Há um ano, quando fomos obrigados a fechar portas, muita empresa B2C se deu conta de que não tinha para quem ligar ou o contato direto de quem é o cliente dela. Essas empresas nunca se importaram em saber quem era a pessoa que transacionava com ela. Reflexo de uma empresa que nunca colocou o cliente no protagonismo dessa relação”, apresentou Rocha.

 

Ressignificando seu olhar para o funil de vendas

O especialista em CRM explicou a importância da inteligência de dados na relação com as pessoas que movimentam a receita dos negócios. “As empresas que sobreviverão são as que conhecem os clientes. O que importa é o investimento estratégico no funil de vendas, investindo mais na retenção de clientes”, orientou.

 

Investimentos da Globo com o Globoplay, da Rede Pão de Açúcar e de marcas como Google e Amazon foram apresentados, mostrando como o Custo de Aquisição de Clientes não deve ser a única prioridade do funil de vendas. O Lifetime Value é um indicador importante na estratégia. 

 

Esse “valor vitalício” da relação do cliente com a sua empresa mostra com precisão quanto dinheiro, em média, os clientes gastam e por quanto tempo eles permanecem investindo no seu produto ou serviço.

 

Ao desvendar uma cultura que trabalha a retenção desse cliente, seu negócio consegue, dentre outras estratégias, gastar menos com a aquisição desses clientes em um novo momento. E isso significa uma economia que não pode ser ignorada a longo prazo.

 

“Metodologia com tecnologia faz toda a diferença nesse processo. Estudando mais sobre as oportunidades do funil, chegamos a uma conclusão importante: a de levar essa metodologia aliada à tecnologia para as mãos de quem vende”, explicou Augusto Rocha.

 

Levar o CRM na mão de quem vende

Um dos insights mais relevantes para elevar o nível da estratégia de CRM propostos pelo vice-presidente de Vendas e Marketing na Pmweb é a valorização técnica dos vendedores que representam as marcas.

 

“A gente não tá investindo em coisas que importam. Investir massivamente em novos canais e ampliar a capacidade de contato não é o bastante quando sua equipe de vendas não recebe um investimento equivalente”, apontou.

 

O e-commerce cresce, redes sociais e conteúdo digital, anúncios e inteligência artificial. As tecnologias de marketing estão canalizando investimentos maiores, negligenciando a importância do investimento nas pessoas, os vendedores, que mais estão em contato com os clientes.

 

“O vendedor deve ser incluído na transformação digital e deve ser empoderado nesse processo. 64% dos consumidores ainda preferem comprar em lojas físicas. E aí fica a provocação: a gente está investindo em uma experiência de valor para o cliente no contato com o vendedor?”, explicou, apontando caminhos para como as empresas B2C e B2B conseguem incorporar essa cultura estratégica.

 

Menos barulho, mais sentido

Durante a apresentação, Augusto apontou modelos de franquia e dark store que mostram o sucesso de negócios que souberam balancear a conexão da experiência online e offline, partindo dessa ressignificação do funil de vendas e do papel do vendedor.

 

“Focar no cliente é muito fácil de falar, mas é muito complexo de se fazer. Por isso, é urgente parar de fazer barulho e passar a fazer sentido. Estamos em 2021 e muitas marcas não têm nenhuma governança da relação com o cliente. Quantas marcas mandaram SMS, e-mail para vocês, o vendedor te ligou, e mesmo assim não conseguiram te transformar em cliente? A incapacidade de orquestrar a experiência do cliente e não conseguir acessar as perspectivas de valor dele te custa muito caro e não traz resultado”, apontou.

 

Nesse processo, físico e digital precisam ser coesos e coerentes, mostrando uma marca com consistência e que se coloca como protagonista na relação com o cliente.

 

“O ideal é construir uma cultura de CRM, na qual o cliente deixa de ser público-alvo e passa a ser o centro do nosso negócio. Isso não é rápido, isso não é barato. Mudança de cultura não é fácil e você precisa de pessoas na equipe que estejam a fim de fazer isso acontecer, por isso, não dá pra pensar essa transformação sem a alta diretoria da empresa”, provocou Rocha.

 

Ao fim da palestra, os integrantes do GoNext CEO puderam apresentar suas dúvidas e experiências ao especialistas, movimentando insights personalizados para a estratégia de relacionamento focada em seus mercados de atuação e realidades operacionais.

 

GoNext CEO

O GoNext CEO é um espaço qualificado de networking e formação contínua de CEOs de todo o Brasil. Em 2021, a programação irá contemplar todos os principais desafios contemporâneos e futuros dos C-Levels.

 

Estamos à disposição: +55 41 3204-4773 | contato@gonext.com.br

 

Capitalismo consciente é tema do lançamento do GoNext Herdeiros e Sucessores

Capitalismo consciente

O direcionamento dos investimentos já desenha um novo perfil a nível global. Nada mais normal, nos últimos anos dos círculos de investimentos, que as empresas sejam analisadas segundo as metas da Agenda 2030 da ONU. Os fundos de investimento responsável movimentam, hoje, 31 trilhões de dólares, o que representa 36% dos ativos financeiros geridos em todo o mundo. 

 

O lucro perdeu protagonismo nas histórias de sucesso de empresas há muito tempo. Mas hoje, as demandas dos consumidores por essa responsabilidade aumentam, a escolha dos investidores pressiona e a transparência e o acesso à informação colocam sob uma lupa as decisões de gestão de qualquer companhia.

 

Pensando na alta gestão do amanhã, a GoNext Governança & Sucessão lançou nesta terça-feira, 16, o fórum GoNext Herdeiros e Sucessores.

 

Neste primeiro encontro, o tema Capitalismo Consciente e as empresas do amanhã foi apresentado por Guilherme Massena, cofundador da Dobra, palestrante TEDx, entusiasta de empresas como vetores de mudanças sociais.

 

Propósito > Lucro

Passamos hoje pela quebra do “capitalismo-raiz”, a forma de capitalismo tradicional que propõe o lucro e sua constante maximização como razões de existir das empresas.

 

Para apresentar este novo olhar, Guilherme Massena inicia o GoNext Herdeiros e Sucessores com as pesquisas desenvolvidas por John Mackey e Raj Sisodia que resultaram na obra Capitalismo Consciente.

 

O resultado do propósito social das empresas, e como conseguir estruturá-lo de forma efetiva, é o foco da obra, mostrando o quanto ressignificar o capital para uma visão holística da empresa na sociedade está ligada a diferentes vias e qualidades de retorno. 

 

Segundo o estudo apresentado por Massena, as empresas que têm propósito social claro, objetivo e de resultados práticos têm duas vezes mais retorno nos investimentos.

 

“O papel dos negócios é criar valor. Não só o valor financeiro, mas também no âmbito social e ambiental. A empresa com propósito maior tem um porquê de existir para além do lucro, uma cultura consciente que vai conduzir as pessoas ao propósito maior, e uma orientação de resultados focada em todos os stakeholders e não somente nos acionistas”, explicou Guilherme. 

 

Ou seja, os resultados da empresa também devem ser mostrados em quantos vidas as ações impactaram, o quanto ela reduziu seu potencial poluidor e outras métricas para além das financeiras.

 

“Neste cenário, o lucro é uma consequência de um trabalho de impacto bem feito. O impacto real da sua empresa só será sentido quando o seu propósito transformador massivo for verdadeiro e executado”, orientou.

 

O Propósito Transformador Massivo é o que as 500 empresas que mais crescem no mundo têm em comum, segundo pesquisa apresentada no livro Organizações Exponenciais, de Ismail Salim, S.Malone Michael e Van Geest Yuri.

 

Na missão de encontrar um Propósito Transformador Massivo, alguma perguntas podem nortear os gestores:

  • Por que minha empresa existe?
  • Qual diferença minha empresa traz para a sociedade?
  • Se minha empresa desaparecer amanhã, quem vai sentir falta dela?

 

Para além das planilhas de resultados

“Precisamos trazer mais discussões de ética, debates filosóficos e morais para dentro das empresas, saindo da exclusividade das planilhas de resultados, das metas e dos OKRs. Empresas que querem uma presença relevante daqui pra frente precisam ser muito mais que esses dados, apresentou o cofundador da Dobra ao trazer o estudo Empresas Humanizadas aos integrantes do GoNext Herdeiros e Sucessores.

 

A Dobra é uma das empresas nacionais que entraram para a lista de empresas humanizadas da pesquisa. O estudo foi realizado com as 1.115 maiores empresas do Brasil e apresentou dados que mostram bem essa nova realidade.

 

Mesmo operando em ambientes de crise de governança, ambiental, social e econômica, nossas pesquisas revelam que organizações que operam em níveis mais elevados de maturidade de gestão possuem resultados de outro nível de qualidade.

 

  • Negócios mais Humanizados resultam em +224% em funcionários mais engajados
  • E os clientes se engajam + 239% com essas marcas

 

“As pessoas se conectam com negócios humanizados. Sejam funcionários trabalhando mais felizes, entregando mais resultados porque sabem que seu trabalho têm impacto positivo na sociedade, sejam os clientes que buscam cada vez mais direcionar seu dinheiro para empresas que praticam retorno social”, apresentou Massena.

 

Guilherme ainda apresentou o case da WholeFoods, que criou uma dinâmica completa de conexão com a economia local, o case da Patagonia, que criou um projeto de logística reversa, entregando vantagens aos consumidores que devolvem as roupas para reciclagem, e o case da Reserva,que utiliza 95% dos insumos locais e reverte compras em refeições para pessoas em vulnerabilidade. 

 

“O Warren Green, um dos fundos de investimento verde nos parâmetros ESG, teve uma rentabilidade de 48% em 2020, em meio ao caos da pandemia. As empresas ESG estão mais do que conseguindo sobreviver na crise, elas estão impactando a vida de pessoas e entregando mais resultados sociais, resultando em resultados financeiros muito melhores que as demais”, explicou.

 

“Empresa que trabalha com propósito constrói legado. Construir legado garante sobrevivência na atual crise e no mercado daqui para frente”, finalizou o palestrante. 

 

GoNext Herdeiros e Sucessores

O GoNext Herdeiros e Sucessores foi criado a partir da experiência de mais de 10 anos de mercado da GoNext. 

 

Criamos um ambiente de evolução contínua para herdeiros de empresas familiares ou sucessores da gestão, oferecendo abordagem de temas relevantes, compartilhamento de experiências e know-how, network e insights de alto nível.

 

As sucessões no Grupo Boticário: governança e planejamento referenciais

sucessões no Grupo Boticário

Março de 2021 marca uma nova fase para a gestão do Grupo Boticário. A partir deste mês, Artur Grynbaum deixa a posição de CEO, após mais de uma década à frente da gestão executiva, e se torna vice-presidente do Conselho de Administração. A decisão havia sido anunciada em dezembro de 2020, no mesmo momento em que a companhia celebrava faturamento e parcerias ímpares, mostrando que o planejamento sucessório pautado pelas melhores práticas de governança corporativa gera credibilidade, segurança e resultados.

 

O sucessor de Grynbaum na posição de CEO é Fernando Modé, que atua há mais de 20 anos na companhia.

 

O Grupo Boticário é uma empresa familiar de sucesso, que investe em estruturas organizacionais responsáveis pela manutenção de anos de credibilidade junto a seus franqueados, parceiros e subsidiárias.

 

Depois de muito trabalho, a sucessão perpetua sua credibilidade

O Boticário foi fundado há 44 anos pelo empresário Miguel Krigsner, quando o negócio ainda era uma farmácia de manipulação localizada em Curitiba.

 

Em 2008, a companhia contava com 3 mil lojas no Brasil e investimentos massivos na expansão de seu modelo de negócio para além do segmento da beleza. Naquele mesmo ano, Grynbaum assumiu a presidência da marca O Boticário, e depois do Grupo Boticário, em 2010.

 

Em depoimento publicado na Época Negócios em 2014, o fundador da empresa explica a relevância do planejamento sucessório nos resultados positivos do processo, que demorou 8 anos. “Em um país com sobressaltos econômicos, é preciso se adaptar rapidamente às grandes mudanças. E, no caso de uma empresa de cunho familiar como a nossa, a convivência familiar equilibrada é a chave para a continuidade”, explicou.

 

A relação de segurança com os franqueados foi decisiva para um processo sucessório gradativo e profissional. Segundo Krigsner, a companhia precisava nutrir uma relação de confiança nessa transição, pois os franqueados não podiam perder a segurança de que a marca estava se fortalecendo e não sendo vendida para gestores pouco alinhados com a entrega da empresa.

 

“Era preciso passar tranquilidade para que eles continuassem investindo na companhia. Por isso o processo demorou anos”, argumentou o fundador e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário.

 

A escolha do sucessor

Artur Grynbaum começou a trabalhar no Boticário como office boy a convite do Miguel Krigsner. Depois tornou-se assessor, integrou diferentes áreas da companhia e assumiu a presidência. A transição para CEO demorou anos para acontecer, mas resultou em ganhos estratégicos para que o Grupo Boticário se tornasse o que é hoje,

 

Grynbaum foi o líder do processo de transição do O Boticário em Grupo Boticário, em 2010, expandindo negócios com diferentes marcas para novos perfis de consumidores no segmento de beleza.

 

Em depoimento no LinkedIn, Artur Grynbaum comenta a visão da companhia sobre a nova sucessão. “Como eu gosto de brincar, aqui no Grupo Boticário, a gente mexe sim no time que está ganhando e, para seguir construindo o nosso futuro todos os dias, pensar na minha sucessão era essencial para o sucesso do nosso negócio”, pontuou.

 

O novo CEO, Fernando Modé, passou a integrar a companhia em 1999 na área jurídica. Anos depois, em 2004, tornou-se CFO, assumindo voz na direção financeira do negócio. O cargo de CFO já havia sido ocupado por Grynbaum.

 

A trajetória técnica dos sucessores no Grupo Boticário mostra a profunda maturidade de suas estruturas de governança. Segundo Eduardo J. Valério, diretor-presidente da GoNext, “a presidência executiva deve ser formada por critérios absolutamente técnicos. Alguns autores, como Ram Charan, observam que o processo sucessório demora 15 anos para ser realizado, outros falam em 5 anos, mas, na minha experiência, o prazo médio para a efetivação desse processo é de 7 anos. Deve-se considerar que o processo de

sucessão é um ato contínuo”.

 

A GoNext Governança & Sucessão realizou mais de 180 projetos de implantação das melhores práticas de governança corporativa e sucessão. Cada projeto traz características próprias, mas os fundamentos implementados são basicamente os mesmos: separação e harmonização das questões familiares, societárias e gestão, com base em instrumentos de governança corporativa cuidadosamente desenhados e implementados.

 

A disciplina e a eficiência das estruturas organizacionais que avaliarão esse processo sucessório dependem da qualidade dos parâmetros de governança aplicados.

 

Se a sua empresa precisa investir em perenidade, preservação de patrimônio e expansão de negócios, é hora de iniciar um plano sucessório. Conte com a GoNext para atravessar este desafio com segurança e credibilidade. Acesse e conheça nossa consultoria.

 

Entenda o momento atual do mercado das franquias de consultoria no Brasil

A possibilidade de terceirizar áreas estratégicas das empresas tem resultado em parcerias cada vez mais constantes entre negócios que buscam serviços especializados e empresas de consultoria. Essas transações comerciais resultam em melhor performance e otimização de custos para as empresas e novos negócios para consultores. A GoNext Governança & Sucessão apresenta a você o atual momento do mercado das franquias de consultoria no Brasil, mostrando o porquê dessa recente ascensão.

 

O capital intelectual é uma das principais moedas de valor no mercado. Assim, a ascensão de empresas de consultoria e a consolidação destas tornou possível um aumento exponencial nas vantagens das franquias de consultorias.

 

A capacidade de investir em contratação de equipes altamente especializadas não é uma realidade generalizada no mercado. Diante dos desafios econômicos atuais, montar uma equipe própria de especialistas se torna oneroso e vai de encontro com a atual necessidade de operar de forma mais enxuta para decisões mais ágeis.

 

Cenário atual: estabilidade em meio ao caos

Quem busca investir em uma franquia e ainda não se decidiu quanto ao modelo de negócio, é fundamental conhecer o perfil de mercado das consultorias no Brasil.

 

A última pesquisa do Laboratório da Consultoria, desenvolvida e divulgada pela Método Estratégia, mostra o otimismo quanto à recepção da área de consultoria no mercado. A maior parte das empresas do setor espera crescer ou pelo menos manter a estabilidade no faturamento nos próximos anos. Apenas 14,2% dos entrevistados disseram esperar uma queda nos resultados.

 

O sentimento otimista dos outros 85,8% negócios de consultoria mostra um desempenho muito acima da média na expectativa de novos negócios.

 

E como dissemos acima, o capital intelectual de alto padrão torna o mercado de franquias de consultoria altamente atrativo. Neste cenário de alta exigência na maturidade organizacional, que essencialmente já custa a sobrevida de negócios no Brasil, o investimento em consultorias tem concentrado parte das estratégias emergenciais das empresas que conseguiram sobreviver ao ano de 2020.

 

Segundo o Ministério da Economia, mais de 1 milhão de empresas foram fechadas em 2020. O olhar mais cuidadoso para as estruturas organizacionais como vantagem competitiva no mercado tornou-se mais necessário. Por isso, o mercado de consultorias se desenvolve em cenários instáveis, pois leva às empresas um serviço especializado e que tende a ser ainda mais atrativo com a possibilidade de mensurar resultados a curto prazo.

 

Medindo especialização e rentabilidade

Tornar-se um franqueado de consultorias empresariais é, portanto, contar com o suporte de um time especializado na área de consultoria. Como o negócio é focado em capital intelectual, a expertise da franquia escolhida e seu respaldo no mercado é essencial.

 

O papel do franqueado é analisar quais áreas demandam mais investimento com respostas concretas no curto, médio e longo prazo. Depois de encontrar esta área, o franqueado fica a cargo de vender a consultoria, conhecendo a fundo os processos e etapas do serviço e nutrindo um bom relacionamento com os clientes.

 

É fundamental conseguir perceber o valor da marca da franqueadora, pois se o objetivo é aproveitar a oportunidade de capitalizar serviços especializados, o respaldo da marca no mercado será fator decisivo no seu sucesso.

 

Com uma marca já reconhecida no mercado, o valor da reputação da franqueadora terá impacto de redução nos seus investimentos futuros em marketing.

 

Essa economia nos direciona a outro ponto central de se empreender com franquias: a busca pela rentabilidade.

 

Franquias de consultoria são uma excelente opção para quem deseja iniciar um empreendimento, mas não conta com grande capital para o investimento inicial. Além disso, a capacidade de retorno de investimento gira em torno dos 18 meses.

 

Como uma franquia de consultoria auxilia franqueados a fazer mais negócios?

Nas dinâmicas de contratos com franqueadoras de consultorias, o mais comum é a empresa oferecer a metodologia do serviço especializado e o franqueado cuidar da prospecção e relacionamento com potenciais clientes.

 

O franqueador oferece treinamentos completos para transferir toda a experiência para a prospecção.

 

Associar-se a uma marca sólida e posicionar-se como um contato comercial de alto valor é uma grande oportunidade de ter um portfólio rápido de negócios realizados.

 

No caso da franquia da GoNext Governança & Sucessão, os benefícios da parceria são:

 

  • Direito de uso de marca
  • Transferência de know-how e estruturação de processos
  • Treinamentos iniciais presenciais e/ou online e reciclagem
  • Auxílio contínuo na operação da franquia
  • Avaliação de desempenho
  • Software de gestão
  • Materiais de marketing e suporte nas estratégias de divulgação

 

O que as empresas buscam em uma consultoria?

E as empresas estão cada vez mais atentas às consultorias que podem fazer diferença real na longevidade de seus negócios.

 

Uma franquia de consultoria externa dá às empresas fatores relevantes para o momento que enfrentamos no mercado: visão imparcial e independente do negócio, análise externa especializada, neutralidade, experiências múltiplas para criar soluções mais maduras e a correlação com empresas que já têm uma boa percepção de marca.

 

As consultorias brasileiras apresentam valor mundial pela proficiência que entregam. Para o franqueado, este é o momento de conseguir estreitar laços com empresários e empresárias de seu network. Este é o momento de se posicionar como um parceiro estratégico para resultados ágeis.

 

Por isso, considerar a área da consultoria também é relevante. O que as empresas estão realmente precisando no momento? Quais investimentos colocarão essas empresas no mesmo patamar dos principais players de seus mercados a nível mundial?

 

A área de governança corporativa e sucessão para empresas familiares está entre os principais investimentos a serem priorizados. Para que você tenha uma noção prática de como operam as franquias nesta área, confira como a GoNext Governança & Sucessão oferece o seu modelo de negócios:

 

  • Faturamento médio anual: R$161.850,00
  • Prazo de Retorno: 18 meses
  • Royalties: R$500,00/mês
  • Taxa de Marketing: 4%

 

Agora é com você. Conheça o potencial da área de Governança Corporativa e Sucessão e defina sua estratégia de alavancar negócios com rentabilidade.

 

 

Como separar o pessoal do profissional na empresa familiar?

Como separar o pessoal do profissional na empresa familiar

Quando se trata de empresas familiares, não é incomum encontrarmos situações nas quais os lados pessoal e profissional se misturam, interferindo diretamente na administração dos negócios. A implantação de instrumentos de governança corporativa é uma das ações mais importantes para resolver possíveis impactos gerados por esta confusão. Para que esse processo aconteça de forma saudável, é preciso organização e comprometimento por parte dos sócios, fundadores, membros da diretoria e familiares. E, além disso, a aplicação profissionalizada das boas práticas de governança no ambiente organizacional.

O primeiro passo é saber diferenciar o patrimônio pessoal e o da empresa, formalizando regras claras quanto a utilização de bens e serviços. Desta forma, potenciais conflitos provenientes da falta de acordo entre os membros da diretoria são evitados, coordenando as relações de forma direta e transparente.

É preciso, também, desenvolver um planejamento estratégico conjunto, que tenha a contribuição de sócios, sucessores e demais membros da administração da empresa familiar, a fim de que todos possam ter uma parcela de envolvimento na elaboração deste material.  Paralelamente, é importante ter uma assessoria jurídica especializada para acompanhar questões fiscais, tributárias, societárias e patrimoniais da empresa, de uma forma mais técnica e isenta.

No que diz respeito à parte financeira, o recomendado é não usar dinheiro do caixa da empresa para despesas pessoais. Cada membro da família deve ter um cargo e salário estipulados de forma contratual e de acordo com as boas práticas de governança corporativa.

Além disso, deve-se avaliar se os familiares ocupam cargos condizentes com suas respectivas competências profissionais. Aperfeiçoamentos, treinamentos e atualizações devem ser constantemente incentivados entre todos os funcionários, independentemente se membros  da família administradora ou não. Em casos de promoção ou recrutamento, o indicado é levar em consideração os méritos de cada um e excluir as relações familiares nestas situações.

Por isso, para ter sucesso à frente dos negócios, separar a relação pessoal e familiar da profissional é imprescindível. O quanto antes se dá início à profissionalização da empresa familiar, menores são os conflitos internos e maiores são as oportunidades de construir uma empresa comprometida com as boas práticas de governança e preparada para conquistar seu espaço no mercado.

Ampliando negócios na área de Governança

Se você chegou até aqui, é porque se interessa pelas dinâmicas que equilibram o ambiente organizacional. Ao perceber o valor da Governança Corporativa e do Planejamento Sucessório para os negócios familiares, empresas passam a buscar metodologias personalizadas para projetar e executar as melhores práticas.

Essa é a maior expertise da GoNext e você pode aproveitá-la para se tornar o parceiro ideal para essas famílias empresárias, aprendendo do zero a estruturar, implantar e acompanhar um processo de governança corporativa comprovado em mais de 180 projetos.

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A IMPORTÂNCIA DA GOVERNANÇA CORPORATIVA EM EMPRESAS FAMILIARES

Estabelecer a Governança Corporativa é de suma importância para um crescimento consistente e saudável  das empresas familiares no mercado de atuação. Este processo envolve organizar toda a estrutura da empresa familiar e estabelecer as diretrizes das ações e metas, tanto da companhia quanto dos sócios, para gerar resultados positivos. Portanto, a Governança Corporativa deve ser percebida pelas empresas familiares como um método essencial para o desenvolvimento da organização.

 

Uma pesquisa do IBGE e do Sebrae mostrou que 90% das empresas ainda são familiares e representam 65% do PIB em território nacional, evidenciando a importância da Governança Corporativa neste perfil de organização que domina o cenário econômico no Brasil.

 

Recomenda-se que a implantação da Governança Corporativa seja realizada e estabelecida desde o início da empresa, ainda no processo de planejamento do processo administrativo. Dessa maneira, é possível descrever — já no acordo societário — todas as regras, normas e responsabilidades dos sócios, prevenindo surpresas indesejadas e estabelecendo as obrigações de cada um para a boa governança.

Para isso, é estabelecido um método composto por quatro etapas: diagnóstico do modelo de governança corporativa existente, modelagem dos instrumentos e órgãos de governança conforme o diagnóstico, implementação e etapas de acompanhamento e avaliação.

 

Deste modo, o objetivo principal do processo de diagnóstico é avaliar o nível da governança e os desejos dos sócios para o futuro da organização. Tudo é feito de maneira personalizada, analisando o momento da empresa, com avaliação e identificação de processos já existentes dentro da organização, além de uma perspectiva do mercado em que atua, a fim de realizar uma implementação assertiva da Governança Corporativa.

 

A partir dessa identificação, define-se o planejamento estratégico, que inclui os principais objetivos empresariais a médio e longo prazo. Nesse momento, o comprometimento e a ética dos sócios são essenciais para o crescimento da empresa, desenvolvimento no mercado e profissionalização da mesma — considerando que são eles os responsáveis pela execução do que foi planejado e desenvolvido.

Com um processo de Governança Corporativa já estabelecido, os resultados serão percebidos tão logo sua implementação for realizada. Entre os diversos benefícios estão a segurança financeira da empresa, a comunicação entre os sócios, a motivação e o engajamento entre todos com interesse em um bem comum.

Para alcançar resultados positivos é indispensável considerar o trabalho de uma empresa de consultoria especializada, em boas práticas de Governança Corporativa, desde o início da implantação do processo. A consultoria auxilia os sócios para que estes desenvolvam as atividades conforme foram desenhadas.

Eduardo Valério é graduado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), especialista em Estratégia e Marketing pela Kellogg School of Management, especialista em Governança Corporativa para Empresas Familiares pela The Wharton School, Pennsylvania e especialista em Gestão pelo Insead. Eduardo é diretor-presidente da GoNext Governança & Sucessão, especializada em gestão de negócios e implantação da governança corporativa em empresas familiares.

A era digital e os impactos na governança corporativa

A era digital e os impactos na governança corporativa

A evolução da tecnologia, com a consolidação da era digital, transformou a comunicação, o armazenamento de dados, os processos administrativos, financeiros e até mesmo o modo como as pessoas vivem, trabalham e estudam. Com a pandemia da COVID-19, a velocidade das transformações aumentou significativamente. O mundo está reaprendendo a se relacionar e a fazer negócios. Por isso, acredito que a aceleração da tecnologia digital vai além das condições pandêmicas – é resultado de uma nova realidade que faz parte de todas as interações entre as pessoas e as empresas. A geografia não existe mais e os fluxos de informação e conhecimento são abundantes e disponíveis a todos.

Os impactos do mundo digital são intensos e profundos. Não é possível pensar no sucesso de um negócio sem passar pelo entendimento do papel da tecnologia, da ciência e do conhecimento e como eles podem afetar a empresa. Com a comoditização da informação, o que fará a diferença será a forma como uma determinada organização vai se relacionar com seus principais stakeholders e as novas tecnologias podem contribuir de maneira decisiva.

Neste contexto, a governança corporativa também precisa se adaptar. Todos os processos dentro de um modelo de governança devem ser menos burocráticos, mais assertivos e com soluções personalizadas de acordo com a necessidade dos negócios. Dominar as tecnologias bem como os novos formatos de se relacionar serão fatores chave para o sucesso da governança e das companhias. Para isso, o primeiro passo é estruturar o planejamento estratégico e avaliar como a tecnologia pode acelerar o crescimento, quais medidas devem ser adotadas para que isso aconteça no timing correto e como a ausência do digital pode afetar sua evolução.

É essencial lembrar que as tecnologias por si só não resolvem todos os problemas de maneira isolada. Por trás da tecnologia, a empresa deve desenhar os processos que serão beneficiados pela automação e mapear quais as melhores opções. Na governança corporativa, fóruns específicos ajudam a discutir e a validar as soluções disponíveis, com a participação de especialistas que auxiliam na definição das melhores alternativas. 

Também é uma excelente oportunidade para revisar os papéis dos principais órgãos, como, por exemplo, o papel do conselho de administração na era digital. Há cerca de dois anos, muitos conselhos passaram a buscar integrantes com expertise no mundo digital para conseguir se antecipar ao que virá neste campo. Além disso, as dinâmicas das reuniões mudaram, os membros precisam lidar com a maior variedade de decisões devido aos ciclos cada vez menores e mais complexos dos planejamentos estratégicos e o processo de comunicação tem se consolidado pelos meios digitais disponíveis, com elevado nível de segurança e proteção de dados na troca de informações, documentos e assinaturas digitais.

Outro ponto importante ao qual as empresas devem ficar atentas é a multiplicação dos concorrentes por causa do acesso em tempo real dos padrões de consumo e hábitos de vida das pessoas. Com vantagens competitivas cada vez mais tênues e efêmeras, a governança corporativa deve ir além dos seus preceitos básicos de transparência e prestação de contas. Ela é fundamental na identificação de ciclos de oportunidade existentes nos horizontes estratégicos, assim como de ameaças e condições desfavoráveis. Uma governança eficaz é capaz de se apropriar dos benefícios proporcionados pela tecnologia e transformá-los em vantagens estratégicas para os negócios.   

Eduardo José Valério é diretor-presidente da GoNext Governança & Sucessão e participa como membro de diversos conselhos de administração em empresas dos mais variados segmentos, do varejo à indústria, com atuação local e mundial.