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Valores invisíveis de marca e o futuro dos modelos de negócio são foco do GoNext CEO

O fórum GoNext CEO desta quinta-feira, 29 de abril, convidou o empreendedor criativo Fernando Suzuki para provocar e propor reflexões a um seleto grupo de executivos sobre “Marcas invisíveis e empresas que vão desaparecer”.⠀⠀

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O empresário, que atualmente vive nos Estados Unidos, trabalha guiando empresas na aceleração à inovação e construção de estratégias preditivas de antecipação de modelos de negócio. Fernando Suzuki é presidente da Brazilian Advertising Group (BRAG), CEO da MBi – Master of Business Innovation, além de fundador da BicyCoin e da Suzuki Agency.⠀⠀

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A linha de partida do debate foi colocar luz sobre a limitação que muitos líderes empresariais têm sobre o que abrange comunicação de marca. Nesse processo, existem valores invisíveis que são deixados de lado pela maioria das empresas.

 

Esses valores são amplamente utilizados pelos maiores players do mercado em cada segmento. O “invisible branding” ou “ações invisíveis de valor de marca” são aqueles pontos de identidade da marca que geram experiências de conexão a partir do som ou de um atendimento exemplar do início ao fim no contato do consumidor com a marca.

 

Do ‘plim-plim’ da Globo ao ‘tu-dum’ da Netflix, sem esquecer do “Tema da Vitória” que até hoje representa grande valor sentimental para a população brasileira, Fernando

Suzuki explicou como esses sons estão conectados a marcas que conseguem aliar amplitude sensorial a bons resultados de negócio.

 

“O que permitiu que a inteligência humana se desenvolvesse foi a habilidade de se comunicar dentro de comunidades tribais para se entender. A comunicação foi o grande motor da inteligência humana. Nos negócios, isso não é diferente. Não basta ter um site, não basta ter uma marca, não basta ter um produto. É importante que este produto fale”, reflete o empresário.

Aproximar-se das vozes que movimentam milhões

Mais do que acompanhar tendências, Fernando Suzuki está presente nessas movimentações. Uma das experiências compartilhadas no GoNext CEO retrata como podemos enxergar o novo valor do “invisible branding” no mercado: o fenômeno Clubhouse.

 

Suzuki gerencia uma sala no Clubhouse que já movimentou, pela comunidade criada na plataforma, 25 milhões de reais em investimentos em novas empresas e novos negócios nos últimos 3 meses.

 

Pela conexão dialógica em uma plataforma de comunidades de áudios podemos começar a desenhar como a atenção aos detalhes invisíveis de marca são essenciais para as empresas hoje. E o futuro exigirá ainda mais maturidade para isso. “Comecem a repensar a comunicação dos produtos das empresas de vocês, para que consigam identificar o melhor som para a marca. Essa provocação é para te lembrar que sua marca vai ter que mudar!”, orientou.

 

A amplitude dos valores invisíveis

Os valores invisíveis das marcas são, no entanto, mais complexos do que um som icônico. Fernando explica que os aspectos não visíveis desses valores ganham cada vez mais importância na relevância dos posicionamentos e exemplifica que alguns desses aspectos são:

  • a visão do CEO
  • o treinamento de alto padrão dos colaboradores
  • estratégia de preço
  • relações com os consumidores

 

“É importante vocês praticarem os valores da sua marca em cada ponto de contato com os seus clientes e nas relações interpessoais dentro dos seus negócios”, orientou. E a melhor maneira de identificar como traduzir esses valores de forma efetiva é desenvolver seu potencial de inovação.

 

O futuro tem espaço para o que sua empresa é hoje?

“Nos próximos 10 anos, as empresas como vocês conhecem não vão mais existir”, disse o empresário. Por isso, para Fernando é impossível falar de futuro e longevidade sem a análise criteriosa dos modelos de negócio.

 

O presidente da Brazilian Advertising Group apresentou cases da Amazon, que transformou o varejo por meio de um negócio de logística, da Apple e do impacto do iPod na indústria da música, empresas de jornalismo e a obsolescência do espaço publicitário nas TVs e outros meio tradicionais de comunicação, mostrando também novas perspectivas para as áreas de medicina, jurídica e outras.

 

O que todos esses casos tiveram em comum foi uma alta capacidade de explorar o potencial inovador, não só dos produtos e serviços, mas do modelo de negócio.

 

“É necessário o movimento de mudança de mindset para que suas empresas continuem prosperando. Existem modelos de negócio que precisam ser repensados como um todo e dá pra fazer isso de forma equilibrada. O caminho é desenvolver cultura, trazer para dentro do negócio pessoas que entendam de inovação” explicou.

 

“Inovação é identificar potenciais novos numa sociedade que já mudou. Identificar novos consumidores, novos comportamentos”, comentou Fernando Suzuki ao apresentar o Índice Global de Inovação, que mede crescimento de mercados e prospecção para o futuro.

 

O Brasil é o 62° em produção de inovação, mas o 3º em consumo e adoção de inovação. “Nosso país está criando um novo conceito: o subdesenvolvimento inovador. É hora de promover um novo momento de empreendedorismo no país. Para isso, precisamos de líderes que não virão mais da administração, do direito, da saúde. Precisamos de líderes da inovação”, finalizou.

 

GoNext CEO

A GoNext Governança & Sucessão reúne mais de uma década no desenvolvimento de performance empresarial e longevidade por meio da governança corporativa junto a empresas familiares do Brasil e dos EUA.

 

Essa expertise deu fruto a fóruns especializados e segmentados para diversos perfis de liderança empresarial. O GoNext CEO promove atividades para grupos de CEOs e C-Levels de diversas empresas, com atividades exclusivas de formação e desenvolvimento, encontros mensais para a troca de experiências, acompanhamentos individuais e mais.

Máxima governança nas relações com os clientes é tema do GoNext CEO

relações com os clientes

A Gestão do Relacionamento com o Cliente, comumente conhecida como CRM (Customer Relationship Management) no mercado, é muito mais que uma ferramenta tecnológica, ela deve ser estudada e implementada como cultura, trazendo o cliente para o centro dos esforços de gestão. Nesta quinta-feira (18/03), a GoNext realizou mais um fórum exclusivo, o GoNext CEO sobre a Nova Relação e as Conexões Digitais com o Cliente.⠀

Para apresentar o tema aos CEOs que integram o Fórum, receberemos Augusto Rocha, investidor e membro do Board da Share (ecossistema em comunicação), vice-presidente de Vendas e Marketing na Pmweb.⠀

 

“Vocês sabem quem são os clientes de vocês?”, foi a provocação inicial do debate. “Há um ano, quando fomos obrigados a fechar portas, muita empresa B2C se deu conta de que não tinha para quem ligar ou o contato direto de quem é o cliente dela. Essas empresas nunca se importaram em saber quem era a pessoa que transacionava com ela. Reflexo de uma empresa que nunca colocou o cliente no protagonismo dessa relação”, apresentou Rocha.

 

Ressignificando seu olhar para o funil de vendas

O especialista em CRM explicou a importância da inteligência de dados na relação com as pessoas que movimentam a receita dos negócios. “As empresas que sobreviverão são as que conhecem os clientes. O que importa é o investimento estratégico no funil de vendas, investindo mais na retenção de clientes”, orientou.

 

Investimentos da Globo com o Globoplay, da Rede Pão de Açúcar e de marcas como Google e Amazon foram apresentados, mostrando como o Custo de Aquisição de Clientes não deve ser a única prioridade do funil de vendas. O Lifetime Value é um indicador importante na estratégia. 

 

Esse “valor vitalício” da relação do cliente com a sua empresa mostra com precisão quanto dinheiro, em média, os clientes gastam e por quanto tempo eles permanecem investindo no seu produto ou serviço.

 

Ao desvendar uma cultura que trabalha a retenção desse cliente, seu negócio consegue, dentre outras estratégias, gastar menos com a aquisição desses clientes em um novo momento. E isso significa uma economia que não pode ser ignorada a longo prazo.

 

“Metodologia com tecnologia faz toda a diferença nesse processo. Estudando mais sobre as oportunidades do funil, chegamos a uma conclusão importante: a de levar essa metodologia aliada à tecnologia para as mãos de quem vende”, explicou Augusto Rocha.

 

Levar o CRM na mão de quem vende

Um dos insights mais relevantes para elevar o nível da estratégia de CRM propostos pelo vice-presidente de Vendas e Marketing na Pmweb é a valorização técnica dos vendedores que representam as marcas.

 

“A gente não tá investindo em coisas que importam. Investir massivamente em novos canais e ampliar a capacidade de contato não é o bastante quando sua equipe de vendas não recebe um investimento equivalente”, apontou.

 

O e-commerce cresce, redes sociais e conteúdo digital, anúncios e inteligência artificial. As tecnologias de marketing estão canalizando investimentos maiores, negligenciando a importância do investimento nas pessoas, os vendedores, que mais estão em contato com os clientes.

 

“O vendedor deve ser incluído na transformação digital e deve ser empoderado nesse processo. 64% dos consumidores ainda preferem comprar em lojas físicas. E aí fica a provocação: a gente está investindo em uma experiência de valor para o cliente no contato com o vendedor?”, explicou, apontando caminhos para como as empresas B2C e B2B conseguem incorporar essa cultura estratégica.

 

Menos barulho, mais sentido

Durante a apresentação, Augusto apontou modelos de franquia e dark store que mostram o sucesso de negócios que souberam balancear a conexão da experiência online e offline, partindo dessa ressignificação do funil de vendas e do papel do vendedor.

 

“Focar no cliente é muito fácil de falar, mas é muito complexo de se fazer. Por isso, é urgente parar de fazer barulho e passar a fazer sentido. Estamos em 2021 e muitas marcas não têm nenhuma governança da relação com o cliente. Quantas marcas mandaram SMS, e-mail para vocês, o vendedor te ligou, e mesmo assim não conseguiram te transformar em cliente? A incapacidade de orquestrar a experiência do cliente e não conseguir acessar as perspectivas de valor dele te custa muito caro e não traz resultado”, apontou.

 

Nesse processo, físico e digital precisam ser coesos e coerentes, mostrando uma marca com consistência e que se coloca como protagonista na relação com o cliente.

 

“O ideal é construir uma cultura de CRM, na qual o cliente deixa de ser público-alvo e passa a ser o centro do nosso negócio. Isso não é rápido, isso não é barato. Mudança de cultura não é fácil e você precisa de pessoas na equipe que estejam a fim de fazer isso acontecer, por isso, não dá pra pensar essa transformação sem a alta diretoria da empresa”, provocou Rocha.

 

Ao fim da palestra, os integrantes do GoNext CEO puderam apresentar suas dúvidas e experiências ao especialistas, movimentando insights personalizados para a estratégia de relacionamento focada em seus mercados de atuação e realidades operacionais.

 

GoNext CEO

O GoNext CEO é um espaço qualificado de networking e formação contínua de CEOs de todo o Brasil. Em 2021, a programação irá contemplar todos os principais desafios contemporâneos e futuros dos C-Levels.

 

Estamos à disposição: +55 41 3204-4773 | contato@gonext.com.br

 

Viabilidade organizacional de estratégias de inovação é tema do GoNext CEO

Muitos C-Levels estão frustrados com os excessos e desserviços da romantização da ideia de inovação. Afinal, novos modelos de implantação de inovação são propostos a todo momento por gurus muito bons de marketing, mas com pouco resultado prático de inovações propostas ao mercado. Em busca de um contorno mais objetivo para desbloquear a inovação dentro das empresas, o primeiro GoNext CEO de 2021 trouxe Helbert Costa para desmistificar como nascem esses processos, na manhã da quinta-feira, 11/02.

 

Helbert Costa é sócio e head de Gestão Estratégica e Inovação da Play9, empresa de comunicação digital com mais de 12 bilhões de visualizações online. O profissional soma 19 anos de experiência guiando áreas de planejamento estratégico, tecnologia e inovação.

Com formação pelo Programa Executivo da Singularity University, localizada no Centro de Pesquisa da NASA nos EUA e na Fundação Dom Cabral. 

 

O trabalho de Helbert foi reconhecido inúmeras vezes pelos resultados alcançados nas companhias em que atuou, tendo sido eleito PMO do Ano pela Revista Mundo PM em 2015.

 

O encontro do GoNext CEO teve início com uma pauta necessária para compreendermos o agora. Quantos novos comportamentos e percepções das relações de consumidores com marcas e de empresas com a sociedade foram transformadas desde o início da pandemia da Covid-19? 

 

Vivenciamos uma aceleração sentida nos altos níveis das empresas. Em uma pesquisa da Twilio, apresentada por Costa aos ouvintes, foi possível conhecer a percepção do que está sendo chamada como a maior aceleração digital da última década. 

 

O relatório, chamado Covid-19 Digital Engagement Report, entrevistou 2.569 C-Levels que indicaram quantos anos de transformação digital foram acelerados em 2020 em decorrência da pandemia. Confira o resultado da pesquisa:

 

  • 43% percebem uma aceleração de 1 a 4 anos
  • 27% identificam uma aceleração de 5 a 9 anos
  • 23% sentem uma aceleração de 10 ou mais

 

“O que acaba assustando a maioria dos empresários é a romantização da inovação. Por isso, é necessário aprender a hackear o caminho”, comentou Helbert Costa.

 

Hackeie o caminho

O palestrante apresentou o caso de telecomunicações do Quênia, país da África Ocidental, como exemplo de como acompanhar essa aceleração com os parâmetros corretos.

 

“O país que mais fez transações bancárias em 2019 foi o Quênia, não qualquer uma das maiores potências do mundo. O país sofria um problema real de acesso à redes e, ao invés de focar nas torres de telefonia e depois partir para cada passo de evolução das telecomunicações, eles partiram direto para o celular, que já resolvia, nas mãos da população e dos empresários, grande parte dos gargalos”, explicou Helbert Costa, sobre a essência do que significa hackear o caminho da inovação.

 

“Você não precisa seguir todos os passos da transformação digital. Você pode vir direto para a transformação mais recente”, orientou. 

 

Mas para identificar o que torna essa transformação adequada para o seu objetivo de negócio vai depender de toda uma estrutura analítica essencial para qualquer empresa que busca sobreviver na era da comoditização dos dados.

 

“Quando você inova, você tem desafios que podem ser sanados com respostas que estão no seu próprio negócio. Seu modelo de negócio é sustentável? É escalável? Quando você tem um modelo de negócio turbinado com dados, tecnologia e inteligência de mercado, o seu risco é muito menor”, explanou.

 

Preparando-se para o futuro dos consumidores

A experiência dos consumidores com o que você propõe é determinante para a adesão e entrega do seu potencial de inovação. Sobre o tema, Helbert Costa apresenta como olhar para o futuro é, inevitavelmente, perceber o agora.

 

“Em 2027, vamos ter 6 gerações diferentes de consumidores, sendo mais da metade deles composta por gerações que nasceram no digital. O que essas gerações pensam sobre a interação humana acontece no ambiente digital. 2027 está aí, ou seja, estamos vivendo essa transformação agora. O futuro já chegou. Ele só não está igualmente distribuído”, argumentou.

 

Explicando essas relações de estudo de mercado com o potencial de inovação, Helbert explica que a percepção dos consumidores de quem é digital ou de quem finge ser já é uma separação que ocorre hoje no mercado. Essa separação ficará ainda mais presente nos próximos anos.

 

E neste ponto inicia-se a construção de uma estratégia. Depois de respondidas todas as perguntas que a sua empresa tem para a empresa que ela é!

 

“Para falar de transformação digital, é necessário falar de estratégia digital. Se só tecnologia resolvesse, você acabaria com o problema de educação de um país. Mas não é assim. Você precisa entender de pessoas, de mentalidade orientada para novos modelos de organização e processos que tenham como foco atingir a transformação digital. Transformação digital não é lançar um produto novo, é cuidar do preparo da mentalidade das pessoas que atuam no seu negócio”, elucidou o sócio e head de Gestão Estratégica e Inovação da Play9.

 

Depois dessa reconfiguração, o que, de fato, é inovação vai se tornar mais palpável para a empresa. Sobre essa conceituação, Helbert Costa consegue simplificar e desmistificar a romantização da inovação que nasce única e exclusivamente de “grandes ideias”. Percepção essa que resultou em uma real “cegueira cognitiva” nos C-Levels, segundo o especialista.

 

“Quando você faz uma nova descoberta, você tem um novo conhecimento e não uma inovação. Quando você inventa alguma coisa, você tem um protótipo, não uma inovação. A inovação é, por natureza, um produto pronto para a comercialização”, esclarece Helbert Costa.

 

Por onde começar e como estruturar esse “desbloqueio”?

Com uma conceituação mais precisa da inovação, o palestrante apresentou aos CEOs participantes como criar um fluxo de geração de ideias na empresa.

 

“É preciso criar um fluxo de geração de ideias que não mate a possibilidade de inovação, que muitas vezes acaba caindo na politicagem institucional.” Nesta lógica, é preciso avaliar o momento atual da sua empresa em relação a todas as áreas em que nascem inovações: seus produtos, seus serviços, seus processos e seu modelo de negócio.

 

“É assim que você amadurece a visão de inovação dentro da sua empresa, olhando para esses pontos e pensando a agilidade do seu negócio em todos esses níveis. É preciso entender essa mentalidade e criar um engajamento real das pessoas com ela”, explicou.

 

Deste ponto de partida, você é capaz de montar projetos, estruturar estratégias de desenvolvimento desses projetos, partindo então para a prototipação e para o MVP (produto viável mínimo).

 

Por fim, o palestrante apresentou o conceito de Propósito Transformador Massivo, uma estratégia complexa, que demanda reestruturações organizacionais, mas que seguem um caminho capaz de viabilizar inovação.

 

A ideia central de criar as estruturas abaixo na sua empresa tem como objetivo delimitar como o seu negócio trabalha para empoderar o seu consumidor. 

 

Confira como compreender a estrutura de uma empresa que busca um Propósito Transformador Massivo, nos moldes de empresas como Twitter, Tesla e Amazon, segundo Helbert Costa:

 

  • Equipes permanentes são obsoletas
  • Estruturas organizacionais orientadas por projetos
  • Autonomia e velocidade para as equipes
  • Leituras corretas de KPIs e flexibilidade para tomadas de decisões ágeis
  • Dashboards para todos (gamificação dos resultados é capaz de engajar as equipes)
  • Criar comunidades (as pessoas querem ser bem vistas pelo que elas produzem e pelo que elas consomem)
  • Ativos alavancados (o que já está no mercado que pode alavancar processos na sua organização)
  • Experimentação 

 

Ao encontrar o seu Propósito Transformador Massivo, a empresa começa a ter, inclusive, maior sensibilidade para identificar as oportunidades periféricas estratégicas. Crescendo, portanto, em robustez e em atração de novos negócios.

 

“É assim que você parte para uma nova noção de mercado. Estamos na era da plataforma. Ou você é plataforma ou seu negócio orbita a plataforma de alguém”, explicou o profissional.

 

Ao término da palestra, os integrantes do GoNext CEO puderam sanar todas as dúvidas e apresentar suas realidades específicas em relação ao tema.  

 

“Isso o que a GoNext está fazendo é criar a plataforma dela. Trazendo para esses espaços de conexões de alto nível, empresas que vêem valor em orbitar sua plataforma”, finalizou Helbert Costa, ao falar sobre sua experiência em participar do GoNext CEO.

 

O GoNext CEO é um espaço qualificado de networking e formação contínua de CEOs de todo o Brasil. Em 2021, a programação irá contemplar todos os principais desafios contemporâneos e futuros dos C-Levels.

 

Saiba como participar deste seleto grupo: https://bit.ly/34izrP9

 

Estamos à disposição: +55 41 3204-4773 | contato@gonext.com.br 

Cibersegurança é tema no GoNext CEO

Cibersegurança é tema no GoNext CEO

Na última quinta-feira, 19/11, o GoNext CEO contou com a presença de George Silverio da Silva, fundador e atual Chairman da BOX Group, grupo empresarial com foco em soluções em negócios, autor das metodologias GRSTI® (Gerenciamento de Risco em Serviços de TI®) e DNASec® e auditor ISO/IEC 27001.

George possui mais de 20 anos de experiência na área de tecnologia da informação e falou para os participantes do evento sobre um tema de extrema relevância no mundo corporativo: cibersegurança – desafio da continuidade de negócios e resiliência com as ondas de ransomware.

O encontro começou com uma pergunta provocativa: afinal, o que é um crime cibernético? De acordo com George, crimes cibernéticos são os que usam a tecnologia como ferramenta, meio e alvo de um ato criminoso ou quando a tecnologia permite que um crime “tradicional” como roubo de identidade, roubo de informações (espionagem industrial), chantagem, entre outros.

“Para as empresas, o impacto de um cybercrime pode causar grandes transtornos e os vazamentos de dados causados por ataques mal-intencionados são os mais comuns e caros para os negócios”. 

“Com a pandemia do coronavírus e a necessidade do trabalho remoto, o número de ataques aumentou consideravelmente, principalmente pela vulnerabilidade dos computadores no home office”, comenta.

Em relação aos tipos de impactos para as empresas, Geroge destaca os financeiros, que envolvem transações fraudulentas, sequestro de dados, espionagem industrial e interceptações de mercadorias; os de disponibilidade e entregáveis, que abrangem ataques em e-commerce, indisponibilidade de rede interna e de internet, ataques que paralisam linha da produção e destruição de ambientes e dados; e os de imagem e reputação, que contemplam roubo de identidade e de dados confidenciais para pirataria, pixação de sites, vazamento de dados pessoais e exposição de documentos confidenciais.

Previsões para o mundo em relação à segurança de informação

Para os próximos anos, a previsão compartilhada com os membros do GoNext CEO é que com a disponibilidade da internet 5G, os roubos de dados serão realizados em alta velocidade, o número de contratação de fake news para ransomware aumentará consideravelmente e muitas empresas deverão migrar para a nuvem sem o planejamento mínimo de segurança.

Ainda de acordo com o convidado, para que as empresas não decretem falência da saúde dos negócios pela falta de segurança, é necessário se defender e tomar algumas atitudes como:

  • Plano de continuidade de negócios;
  • Plano de backup e proteção de dados;
  • Plano de resposta a incidentes;
  • Plano de disaster recovery.

E mais do que contar com essas ações no momento que uma empresa sofrer uma ameaça, é fundamental garantir que elas sejam testadas e estejam funcionando perfeitamente. “Muitos pecam em achar que ao implementá-las, estarão seguros para sempre, mas não é bem assim. São necessárias manutenções e testagem periódicas a fim de garantir a segurança em caso de ataque”, explicou.

Ao fim da apresentação, os CEOs puderam fazer perguntas ao convidado e contar com conselhos para aumentar a segurança da informação das suas empresas, diminuindo os riscos de sofrer com os impactos de um possível crime cibernético.

Deseja fazer parte dos próximos encontros? Em 2021, o GoNext CEO contará com muitas novidades. A programação completa foi definida e já está disponível a todos os membros. 

Faça parte deste seleto grupo! Acesse https://bit.ly/34izrP9 e saiba como.

GoNext CEO aborda as tendências e os desafios da gestão de pessoas

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Na última quinta-feira, 22/10, o GoNext CEO recebeu Sonia Rossi, Gerente de Desenvolvimento Humano do grupo Gazin. Ela falou para os convidados sobre os desafios da sua função como gestora de pessoas da empresa, que conta com mais de 8 mil funcionários em todo o país.

Sonia iniciou o encontro falando sobre confiança, frisando a importância desse sentimento para a construção de relações sólidas no trabalho, principalmente quando se trata de uma área que envolve essencialmente pessoas, suas personalidades, seus interesses e suas percepções particulares. 

“No grupo Gazin priorizamos a simplicidade em tudo que fazemos, começando pela gentileza em dizer diariamente bom dia, boa tarde, por favor, obrigada. Essas ações fazem parte da cultura da empresa e são seguidas à risca por todos, do operacional ao presidente”, ressalta Sonia.

“Na Gazin, o exemplo começa de cima, porque aqui nós tratamos a empresa como uma causa capaz de fazer a diferença na vida das pessoas e não apenas como uma marca. O presidente, Sr. Mario Gazin, coloca em prática tudo que espera dos seus mais de 8 mil colaboradores. Se o próprio dono não trata bem, com educação e gentileza os seus funcionários, como é possível cobrar que um gerente ou um diretor ofereçam à sua equipe o tratamento necessário para que o time se mantenha unido, motivado e engajado?”, argumenta ela. 

De acordo com Sonia, a empresa tem o resultado como oxigênio. São os números e as metas que movem todos os processos da Gazin e, ao contrário da maioria, os funcionários não se incomodam com a cobrança, pelo contrário, sentem-se motivados a entregarem o melhor, porque encontram na empresa um ótimo ambiente de trabalho, altos investimentos em treinamento e desenvolvimento e valorização do capital humano.

A pandemia e o fechamento das lojas

Quando a pandemia começou e as lojas tiveram que ser fechadas, os desafios começaram a aparecer, afinal de onde viria o faturamento? Como as vendas seriam realizadas? Foram muitas perguntas para poucas respostas e o pior, tudo precisava acontecer muito rápido, as decisões de adequação para aquele novo cenário precisavam ser tomadas rapidamente.

A primeira ação foi manter os pagamentos dos fornecedores em dia, independente da continuidade das vendas. A Gazin se comprometeu a honrar seus compromissos com todos os parceiros. O segundo passo foi, mais uma vez, colocar o cliente em primeiro lugar, então novos métodos de compra e pagamento de carnês tiveram que ser implementados em tempo recorde.

Sonia compartilhou que os resultados dessas ações foram melhores que o esperado, as dificuldades e os esforços internos uniram ainda mais os colaboradores – eles entenderam os esforços da empresa para manter os empregos e os pagamentos de todos. Em algumas lojas o faturamento com as portas fechadas passou a ser maior do que em tempos normais.

“Tudo isso se deve ao trabalho duro de uma equipe que acredita na força do trabalho e que entende que a sua participação é fundamental para o sucesso da empresa como um todo. É um time que encaixa na cultura da empresa e projeta a longo prazo sua carreira na Gazin”, declara Sonia.

Para finalizar, Sonia completou: “Na Gazin estimulamos os colaboradores a chegarem todos os dias no trabalho para serem os melhores, que todos os dias devemos nos levantar para vencer. Outro ensinamento que colocamos em prática é o de que copiar o melhor não é feio ou errado, desde que não nos deixemos levar por modismos e que não esqueçamos a cultura, o DNA da empresa”.

“Na Gazin tudo é simples, pautado na eficácia de uma boa liderança. Acreditamos na sucessão do time da linha de frente, evidenciando sempre a importância da continuidade da qualidade e eficiência de um trabalho construído ao longo de tantos anos, nos valores, na confiança, na maximização do capital humano e no alcance dos resultados e das metas”, enfatiza.

No fim do encontro o fórum foi aberto para as perguntas dos participantes, que tiraram suas dúvidas e parabenizaram a convidada por suas ações e pelos resultados alcançados ao longo dos mais de 15 anos em que a Sonia trabalha na área de Recursos Humanos do grupo Gazin.  

Deseja fazer parte deste seleto grupo e participar de encontros como este? Acesse agora mesmo e saiba como: https://materiais.gonext.com.br/forumgonextceo   

GoNext CEO debate como fazer diferente pode ser bom

GoNext CEOs debate como fazer diferente pode ser bom

O tema do GoNext CEOs de setembro mostrou como essa estratégia vem fazendo a diferença em uma das maiores multinacionais do mundo: a New Holland Agriculture

Quando Gustavo Taniguchi, Head of Commercial Marketing LATAM na New Holland Agriculture, assumiu a sua função na empresa, encontrou um grande desafio, principalmente por estar entrando nesse novo segmento de interesses junto ao principal público-alvo: os agricultores.

O que no início foi tratado como um desafio, logo se mostrou uma grande vantagem, pois o Gustavo conseguiu analisar todos processos e ações do seu departamento e implementar diversas melhorias e inovações.

Aos poucos a cultura do “sempre foi assim” foi alterada para atitudes que refletem em novas e inovadoras soluções, afirma Taniguchi.

Isso se deve, segundo Gustavo, ao processo de encantamento do cliente, que atualmente não compara somente o que é oferecido pelos concorrentes do mesmo segmento, mas também a experiência de compra e atendimento do cliente.

Isso se deve, ao processo de encantamento do cliente, que atualmente não compara somente ao que é oferecido pelos concorrentes do mesmo segmento, mas também sobre a experiência de compra e atendimento do cliente em geral, destaca.

“A maior parte dos consumidores Apple não são atraídos somente pela qualidade de seus produtos, mas pela experiência de compra e a ampla gama de serviços oferecida aos clientes”, friza.

“É preciso perseguir a experiência do cliente oferecendo sempre a melhor qualidade possível”.

O objetivo é oferecer soluções inovadoras em todos os processos da New Holland para que o consumidor final perceba a forte cultura de inovação da empresa. “Temos vontade de sempre oferecer o melhor, e buscamos incansavelmente fazer o diferente”, enfatiza.

A partir desta premissa Gustavo destacou importantes projetos que teve a oportunidade de implementar, como uma completa reformulação no estande da New Holland no principal evento agrícola do país, ações com influenciadores digitais que geram conteúdos relacionados a vida no campo, um happy hour on-line com diretores da empresa e embaixadores da marca para troca de conhecimento, entre outras ações. Ele também implantou o projeto “É tempo de mulher“, que traz mulheres com forte atuação na agricultura para protagonizar ações.

Além disso, em época de pandemia, o Head of Commercial Marketing LATAM na New Holland Agriculture dividiu com os CEOs estratégias adotadas para os próximos lançamentos da marca. “Algumas ações propostas contém um pouco de loucura e só é possível implementá-las porque a inovação e a tecnologia estão presentes na cultura da New Holland, com um time que trabalha para fazer a diferença e encantar os clientes, incluindo os diretores que compreendem esta necessidade“, finaliza.

Ao fim do evento, os participantes tiveram a oportunidade de tirar suas dúvidas sobre o conteúdo apresentado, além de saberem um pouco mais sobre como é o dia a dia em uma empresa como a New Holland.

Tem interesse em fazer parte de um grupo formado exclusivamente por CEOs e ter acesso a encontros dinâmicos que fortalecem a troca de experiências para a busca das melhores soluções adequadas aos diversos segmentos de atuação? Acesse: https://gonext.com.br/forum/ entre contato conosco e saiba mais!

Videoconferência exclusiva apresenta a cultura de inovação da Amazon

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GoNext Fórum CEO reuniu participantes para entenderem como funciona a estrutura organizacional da empresa conhecida por ter a inovação em seu DNA

O GoNext Fórum CEO de agosto trouxe para o debate uma questão fundamental para o mundo corporativo atualmente – a inovação. Evandro Mello, gerente de território da Amazon Web Service (AWS), plataforma de serviços de computação em nuvem oferecida pela Amazon.com, explicou como funciona a cultura organizacional da empresa, que perpassa por todas as áreas e processos – desde a contratação de novos colaboradores até a consolidação de ideias e desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Segundo Mello, a Amazon.com tem um jeito peculiar de trabalhar e organizar seus processos. “É uma cultura muito forte aqui dentro, a inovação está em seu DNA. Não quer dizer que é o melhor ou o único jeito, mas é o melhor pra nós. Cada empresa tem uma realidade e deve se adaptar a ela”, observa. A companhia tem como missão “ser a empresa mais centrada no cliente da Terra”, ou seja, o cliente está no centro de tudo e de todas as decisões e é a partir dele que a inovação começa. “Buscamos entender como aquilo vai beneficiar o cliente e pensamos em possíveis feedbacks para construir qualquer serviço ou produto. Jeff Bezos, fundador da Amazon.com, diz que os clientes estão sempre lindamente, maravilhosamente insatisfeitos, mesmo quando relatam que estão felizes e os negócios estão ótimos. Mesmo sem saber, eles querem algo melhor”, destaca.

Com o foco no cliente, para pensar em inovação as equipes trabalham com base em um modelo de crescimento no qual é importante pensar no que não vai mudar nos próximos anos – a postura em relação ao valor, seleção e conveniência. Ninguém vai querer pagar mais caro por um produto, optar por uma experiência ruim ou caminho mais longo e nem por algo que não é selecionado. “Ao melhorar a experiência do consumidor, o tráfego aumenta, amplia a seleção de produtos e com maior escala, eles ficam mais baratos”, esclarece.

Inovação é um processo que inclui incompreensão e riscos

Na Amazon.com, a cultura inclui, além da obsessão no cliente, a contratação de construtores que são motivados a construir em um sistema de confiança, onde é possível errar. Os princípios de liderança, como inventar, simplificar, pensar grande, ter pensamento de dono e ter iniciativa, regem a empresa e transformam cada colaborador em um líder. “Tudo deve passar por estes princípios. Se uma ideia ferir algum princípio, ela é reprovada. Como estamos sempre inovando, sabemos que podemos ficar incompreendidos por muito tempo, como aconteceu quando a AWS surgiu. No início, foi vista como um risco pelo mercado, entretanto, hoje é a empresa mais lucrativa do grupo e a que mais cresceu”, ressalta o gerente.

Inovar também é correr riscos. E na Amazon.com, a velocidade das decisões importa: quando são reversíveis, não precisam de análise aprofundada. Quando é uma decisão que não tem volta, deve ser analisada com calma. O risco calculado é valorizado. “Tomar uma decisão rápida é muito importante e você cria isso tendo as pessoas corretas no time e entregando o princípio de liderança do ‘faça’”, observa.

Comportamentos que facilitam o pensamento inovador

O processo de trabalhar de trás para frente é importante para obter clareza. Ele tem início na necessidade do cliente. A partir desse ponto, você deve descrever o produto como se estivesse pronto, como em um release de lançamento para a imprensa. “Neste exercício você precisa pensar no que está sendo lançado e nos benefícios. O próximo passo é escrever as perguntas mais frequentes dos clientes e questões internas e pensar na parte visual, isso antes mesmo de fazer o produto. O objetivo é mitigar os erros. Construímos este documento, com o máximo de detalhamento possível, discutimos bastante com a equipe e fazemos críticas construtivas. No final, todos tomam a decisão juntos”, conta.

A inovação ainda exige uma estrutura que suporta rápido crescimento e mudanças e uma organização dos times. As equipes são pequenas, descentralizadas e empoderadas, com no máximo oito pessoas. “Temos um senso de dono, somos donos do que construímos. Se está ao meu alcance, eu vou executar. Nosso ambiente também é seguro, não é de punição. Erra faz parte, se não tiver riscos, não é inovador. Para inventar, você tem que experimentar e assim, aprendemos com as falhas. A inovação está no nosso dia a dia e passamos por treinamentos constantes, pois inovar está fortemente ligada à cultura da empresa”, acrescenta. 

A inovação e sua potencialidade em diferentes aspectos é tema do Fórum de CEOs de agosto

Compreender a inovação similar ao espectro de um prisma, a partir do entendimento de  aplicabilidade em setores e situações múltiplas para a governança das empresas pautou a edição de agosto do  Fórum de CEOs, evento inédito realizado pela GoNext em Curitiba (PR). Com tema “Inovação como vetor de crescimento empresarial”, o convidado da edição, Fernando Vianna, presidente a Lactec, esmiuçou o assunto com CEOs e empresários de diferentes segmentos, que compartilharam suas vivências e desafios.

Em um formato exclusivo da GoNext, o Fórum de CEOs reforça a jornada de conhecimento, conexões e a análise de novos modelos de gestão para proporcionar um intercâmbio de expertises entre seus participantes de diferentes setores e trajetórias profissionais. Em sua terceira participação, o CEO da Landis+Gyr, Marcelo Machado, reforça o legado após participar desses modelos de imersões,  realizadas com grupos profissionais ecléticos. “É interessante o palestrante que vem para canalizar inúmeros aspectos do tema e, junto com os demais participantes, isso se torna uma experiência muito rica pois, às vezes, o que está sendo enfrentado por uma empresa pode ser modulado para outra, mesmo que em segmentos distintos”, ressalta.

Além disso, o participante ressalta a amplitude das discussões e intercâmbio de conteúdo, como nesta edição onde a inovação foi elencada em sob diferentes patamares e aspectos. “É notório que inovação está além do desenvolvimento de produto e de pesquisa. Observamos como você pode trabalhá-la em um desafio novo a ou mesmo em um processo para ajustar uma necessidade específica”, destaca Marcelo.

Com mais de 30 anos de mercado, o palestrante Fernando Vianna fez um panorama sobre a temática no Brasil e no Exterior, apresentando cases e tendências, e foi enfático em sua análise geral sobre a temática.“As empresas grandes que não investirem em inovação irão diminuir e as pequenas que investirem vão crescer”, ressalta. Ele citou como exemplo uma empresa chinesa de pequeno porte que, em 30 anos, já começou a competir com gigantes como IBM.  “As empresas que não investirem em inovação não terão um caminho muito longo pela frente. Pequenas empresas que investiram em inovação,em pouquíssimo tempo, já estão competindo no mercado global”, reforçou.

A globalização de setores é um dos elementos, revelados por Fernando Vianna, que pode ser considerado uma tendência mundial. “Os setores hoje em dia estão todos se conversando, ninguém faz mais nada isolado. Até mesmo as empresas concorrentes estão se unindo para desenvolver novos produtos e, assim, se tornarem mais competitivas em determinados projetos”, afirmou.

Outro ponto levantado pelo palestrante é a oportunidade de investimento, a partir da inovação, que está fértil no território brasileiro  através de ferramentas como a Lei da Informática e a Embreapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), por exemplo. “Tenho uma visão otimista e precisamos acreditar que o ambiente para inovação no Brasil está propício. Contudo, é necessário a convicção de a gente precisa fazer junto para fazer mais e quem quer fazer sozinho, não vai conseguir”, destacou.

O GoNext CEO, que realiza encontros mensais, oferece um espaço inédito, com incentivo ao intercâmbio de ideias, experiências e a promoção de conexões através de temas relevantes ligados à Governança Corporativa, contribuindo para o desempenho do CEO e sua futura atuação em Conselhos.  Entre em contato com a GoNext e conheça nossa programação.

Gestão Estratégica de Pessoas na Era Digital foi tema do Fórum CEOs de junho

O Fórum CEOs promovido mensalmente pela GoNext – Governança & Sucessão abordou no mês de junho o tema Gestão Estratégica de Pessoas na Era Digital. Para tratar do assunto, recebemos os convidados Adeildo Nascimento da People & Culture, Director na MadeiraMadeira, o Diretor Executivo da TOTVS, Marcio Viana e Mariciane Pierin Gemin, Partner na S7 Consulting.

A exposição de Adeildo Nascimento abordou diversas nuances do assunto como o comportamento do líder; o mundo de mudanças que se apresenta para os profissionais; as dificuldades em aprender coisas novas em algumas faixa etárias; escalabilidade; tendências de governança; visual learners e economia do conhecimento; A era da colaboração; readequação salarial; a evolução dos profissionais ao longo dos anos, e o futuro transdisciplinar, também foram apontados.  

De acordo com Nascimento, é necessária uma mudança de pensamento e postura dos gestores nas contratações. “A área de Recursos Humanos que não se transformar em uma área de Pessoas e Cultura, ela está fadada a sofrer disrupção também. É preciso estar ligado às mudanças. Primeiro mudamos a mente para depois mudar o processo”.

O Diretor Executivo da TOTVS, Marcio Viana apresentou ideias sobre a Organização Tradicional e Exponencial; dados estruturados e não estruturados; capital intelectual; internet das coisas; liderança transformadora; mercado de trabalho; trabalhos que podem ficar obsoletos e novas profissões. 

Para Viana, a transformação digital está a nossa volta e precisamos estar atentos a esses pontos. “Tecnologia, inovação e comunicação desempenham um papel chave na transformação de estratégias, estruturas, processos e cultura de uma empresa, mercado ou até mesmo relações”, afirma.

Durante a palestra, o executivo ainda abordou conceitos que considera essenciais como: pessoas e lideranças, cultura organizacional, mensuração de dados, simplicidade, atitude e ação.

Concluindo o debate de ideias, Mariciane Gemin, Partner na S7 Consulting provocou os CEOs participantes a refletirem sobre suas atitudes em relação às mudanças e mercados. Segundo Gemin, um ponto muito relevante a ser discutido é como trazer esses conceitos, teorias e mudanças para dentro da realidade de cada CEO, pensar em como trazer todos os temas discutidos para dentro das empresas, para cada mindset.

“É um processo educativo e não é fácil de se fazer. Temos um caminho árduo pela frente e muita coisa à fazer. Principalmente quando falamos em indústrias e inúmeras outras áreas de negócios em que não é tão simples você mexer com a cultura. Não é fácil trazer o híbrido para essas estruturas que são mais processuais. Precisamos pensar em como trazer essa nova cultura e postura para a nossa realidade”, completou.

Para Gemin, apenas inteligência e experiência já não bastam mais. “A consciência é essencial para que tenhamos escolhas conscientes. É preciso se perguntar e refletir. Qual o meu negócio? Onde quero chegar? Precisamos criar esse tipo de consciência”, provocou.

Entre os pontos mencionados por ela, é importante perceber também, esse poder de atuação do CO em aspectos como COnsciência, COnhecimento, COmpartilhamento, COcriação, COnexão, COgestão e COlaboração.

Outros conteúdos como a necessidade de aprender, desaprender e reaprender; criar propósito; meritocracia; mentoria/hierarquia; Likebility; ambiência positiva; pensamento crítico/ação criativa; branding for people; projetos ágeis e ausência de medo foram explorados.

Sobre o Fórum CEOs

O Fórum CEOs foi desenvolvido com o objetivo de oferecer um espaço único para que os CEOs das empresas familiares possam compartilhar questões comuns às suas posições no comando das empresas.
É um espaço inédito para debater ideias e compartilhar experiências com outros CEOs e empresários.

Gostaria de participar do próximo encontro? Saiba mais: gonext.com.br/forum

CONNECT CEO debate os desafios da gestão nas dimensões familiar e societária

Na última semana o encontro CONNECT CEO trouxe os desafios da gestão como tema principal, fomentando entre os participantes uma análise sobre os impactos desses desafios diante das dimensões familiar e societária. Os integrantes do grupo trocaram experiências sobre as suas atuações em empresas familiares e assistiram a palestras de convidados.

O diretor comercial da Volvo do Brasil, Bernardo Fedalto Junior, compartilhou com os participantes como o processo de governança corporativa é imprescindível para a organização da multinacional e de que forma eles se estruturaram para enfrentar a crise econômica, com planejamentos de negócios a longo prazo e um controle de finanças bem rigoroso.  “A Volvo aprecia os valores e fundamentos da governança como forma de atingir confiança, relacionamento, tanto com os acionistas quanto com os demais parceiros de negócios”, afirma Fedalto.

Na sequência, o CEO Jeferson José Sousa, um dos participantes do encontro, ressaltou a importância de fóruns como o CONNECT. “Os desafios enfrentados por uma empresa, desde uma grande corporação até um pequeno empresário, são bastante similares. Por isso, a iniciativa do CONNECT de aliar conhecimento à prática faz toda a diferença para executivos como nós”, avalia o executivo.

O próximo encontro CONNECT CEO acontece no dia 22/11.