A troca de CEO segue sendo um dos momentos mais sensíveis da governança corporativa.
Mesmo quando há planejamento e sucessão interna, o mercado revisita expectativas, risco e capacidade de execução. Não é apenas uma decisão de liderança, mas um teste de confiança, comunicação e maturidade da governança.
Compartilho na Exame uma análise sobre como processos bem estruturados podem, ainda assim, gerar leituras distintas quando a sucessão não reduz a assimetria de informação.